Hoje, certamente, será um dia de férias para recordar separadamente de todos os outros dias. Será um dia singular e não uma sucessão de dias que ditam um acontento. Hoje foi um dia que ditou vários acontecimentos...
Bem... na realidade o dia nem começou lá muito bem. Fui à gasolineira do Lumiar para alinhar a direcção e saí de lá com a ideia de que me queriam "comer" 80 euros para desempenar o eixo dianteiro à marretada... irei averiguar, através de fontes fidedignas, se é realmente este o preço a praticar.
Fui para a praia (terei infelizmente que omitir a praia em questão para não se tornar local de peregrinação, o que, de certa forma, me vai obrigar a preterir muita minudência encantadora) com o meu amigo, e companheiro de guerrilha, Vencislis. Fomos com o objectivo de respirar ar purificador (até respirámos bastante ar graças ao vento que se fazia sentir, a areia que se levantava, essa... ajudava o ar a ir para baixo, até parecia que o bolo de noz tinha a casca como um dos seus ingredientes).
Para primeira visão fascinante, a caminho da praia, vimos um dos primeiros Porsches 911 bastante estimado, modelo da decada de 70, cor de laranja e com um trabalhar estrondoso. De regresso a casa vimos os carros que nos movem as paixões... para começar um Lancia Delta HF Integrale Evo II Giallo (para os leigos é amarelo Ferrari e só fizeram 220 para todo o mundo). Não tinha sido percorrido mais de um kilometro e paralizámos a ver um Ferrari Testarossa, ainda estávamos a discutir o feito de ter visto duas belas peças de engenharia e design quando passa por nós outro Testarossa... a nossa aura enalteceu-se ainda mais.
Bem... também tínhamos visto antes na praia (daí eu vir-me forçado a olvidar a praia a que fomos), duas raparigas de cara linda e primorosamente bem feitas (ou seja... não eram cavalonas mas eram ligeiramente altas, não tinham mamas dignas de gado bovino mas ostentavam umas glândulas mamárias de tamanho ideal e tinham os dentes merecedores de um anúncio a pasta de dentes) a apanhar banhos de sol. Ia-me esquecendo de dizer que estavam ambas em topless e demonstravam uma grande intimidade uma pela outra. Intimidade suficiente para estarem abraçadas, tirarem areia de forma minuciosa dos seios uma da outra, o mesmo se passou em relação às partes posteriores carnudas e globosas que formam a parte superior e posterior das coxas (muito bem tratadas e desenhadas por sinal). Estas belas criaturas, que o Senhor projectou e criou com tanto esmero e apuro, por vezes juntavam delicadamente as testas e cobriam as suas faces com uma toalha para ocultar a união duns formosíssimos lábios, união que resultaria, certamente, num prolongado ósculo. Mesmo que este acto não fosse encoberto também nos seria impossível vê-lo tal seria a intensidade luminosa a ofuscar-nos a vista... por um lado fiquei aborrecido por não ter levado a máquina fotográfica mas no fundo congratulo-me e rejubilo-me de não a ter comigo... era estar a profanar algo tão divino, toda a plebe quereria ver as exposições sem saberem o que é Arte. Será uma memória apenas nossa! Diziam os mais doutos e eruditos gregos que a relação entre dois homens era a mais soberba e entre duas mulheres a mais reles... uma coisa vos garanto, ou eles eram panascas doentes (que é mais que certo para grande parte da população portuguesa depois do Euro) ou nunca vislumbraram tamanha extravagância e luxúria.
Assistir a todos aqueles movimentos que mais pareciam uma coreografia sublime e majestosa, era como estar coberto de frias nuvens brancas e vivas que geravam uma ansiosa inquietação profunda incitada por um desejo imoderado e sôfrego.
Poderia estar aqui eternamente a tentar descrever o que vi que jamais conseguiria expremir a intensidade daquela "abalo moral" pelo qual me deixei fascinar.
Os três carros italianos foram avistados ainda sobre o efeito daquele avistamento e por isso, de certa forma, até foram desvalorizados... mas, aconselhado pelo Vencislis, tive que expôr os acontecimentos por ordem crescente de efeito exaltador de emoções, começar pelo melhor era pôr de parte o resto, resto esse que isolado causaria grande delírio.
sábado, agosto 21, 2004
quarta-feira, julho 14, 2004
Once Upon a Time in Rock in Rio
Têm sido poucas as criaturas que têm visitado o meu blog... não lhes deixo de agradecer por lerem isto de castigo só para dizer que são meus amigos (ou então só o lêem porque têm medo de serem algum dos alvos visados nos meus posts). Com menos gente a ler isto também o incentivo é menor (já referenciei umas 124 vezes mas foram prezes que não tiveram grande apreço), agora em época de exames os posts ainda vão ser mais escassos.
Já não irei prometer post nenhum que tenha escrito em papel, porque entretanto passa o prazo para o postar, e meter uma coisa desactualizada é sempre bera. Mesmo assim vou escrever o que se segue porque achei que pudesse agradar a alguém. Confesso que tinha isto escrito em papel há bastante tempo e só hoje me apeteceu passar para o Blog, como já é um assunto um bocado fora de data, reduzi ligeiramente.
No solo da Terra Prometida o pó se levantava (muito por sinal). O voar agitado dos pássaros (os aviões com vôo rasante não contam) pressagiavam uma noite de tormenta, a profecia concretizou-se com um catrapázio de horas a incinerar pagões.
Dizem os velhos que aquela cerimónia é executada para acalmar os espíritos perdidos e para os Deuses serem generosos e nos brindarem com um mundo melhor, outros diriam que que não passa de um ritual onde aquela massa de gente vendia a alma ao Diabo em conjunto. Bem... à parte da referenciada poeira (o National Geographic se quisesse fazer um documentário sobre as tempestades de areia no norte do Sahara só tinha que editar o som vindo do palco para algo que se assemelhasse a um camelo com cio ou ao chamamento aflito de um dromedário em fase de amamentação que se viu perdido da sua progenitora. Em caso extremo dizia-se que os gritos do público eram o povo do deserto a pedir auxílio a Rhá. Um sequela de Tempestade no Deserto também teria ali um bom cenário, se aproveitassem a introdução da One dos 'tallica nem eram necessários grandes efeitos especiais) e das senhas para comprar o que quer que fosse no recinto e que só podiam ser rebatidas no fim do espectáculo, não sei como é que aquele batalhão de pessoas (98% veneravam o Diabo) podem contribuir para um "mundo melhor"... 53 euros...? Sim senhora... assim ficamos todos pobres e não há cá diferenças. Só com a publicidade existente em toda a área (e cá fora também) e que se teve que gramar no intervalo das bandas, com anúncios nada manipuladores, devíamos ver aquilo quase à borla.
Quanto à música e às bandas... como não sou crítico de música e como o assunto já foi mais que analisado, não irei dizer nada. (Se dissesse algo seria altamente tendencioso e uma das bandas alvo pela negativa e que eu iria exprobar é apreciada por alguns dos leitores... mas porra! Incubus no dia de metal? Fiquei com dores nos joelhos e começou-me a dar o sono só de estar à espera... "Cala-te que não sabes o que dizes! Foi das bandas que esteve melhor! blah blah" ah...! 'tá bem... foram fazer promoção do novo album e não dirigiram a palavra ao público, nem para nos ofender ou agadecer, mas foi bom...! Uma mortificação de hora e meia é sempre bastante agradável. Agora a sério... foi dos melhores momentos em que consegui respirar, seria porque estava tudo sentado à espera que acabasse?)
Pronto! Já está por hoje... como não tem assim muita piada e nem nada muito imaginativo deixo esta pergunta em aberto:
Como será um filme porno com som prológico/surrond? Será que se ouve uma mama a balouçar (som curioso, levou anos a digitalizar) atrás da cabeça e algo mais a chapinhar à frente? Ou será que o produtor prefere localizar a "acção da boa" no espaço? Podem tentar dar opiniões no comentários. No entanto há uma certa pessoa que não pode fazer qualquer tipo de comentário a este respeito visto que no post anterior escrever relativo a estes assuntos "pixotéricos" sem ser caso para tal.
Até breve... ;)
Já não irei prometer post nenhum que tenha escrito em papel, porque entretanto passa o prazo para o postar, e meter uma coisa desactualizada é sempre bera. Mesmo assim vou escrever o que se segue porque achei que pudesse agradar a alguém. Confesso que tinha isto escrito em papel há bastante tempo e só hoje me apeteceu passar para o Blog, como já é um assunto um bocado fora de data, reduzi ligeiramente.
No solo da Terra Prometida o pó se levantava (muito por sinal). O voar agitado dos pássaros (os aviões com vôo rasante não contam) pressagiavam uma noite de tormenta, a profecia concretizou-se com um catrapázio de horas a incinerar pagões.
Dizem os velhos que aquela cerimónia é executada para acalmar os espíritos perdidos e para os Deuses serem generosos e nos brindarem com um mundo melhor, outros diriam que que não passa de um ritual onde aquela massa de gente vendia a alma ao Diabo em conjunto. Bem... à parte da referenciada poeira (o National Geographic se quisesse fazer um documentário sobre as tempestades de areia no norte do Sahara só tinha que editar o som vindo do palco para algo que se assemelhasse a um camelo com cio ou ao chamamento aflito de um dromedário em fase de amamentação que se viu perdido da sua progenitora. Em caso extremo dizia-se que os gritos do público eram o povo do deserto a pedir auxílio a Rhá. Um sequela de Tempestade no Deserto também teria ali um bom cenário, se aproveitassem a introdução da One dos 'tallica nem eram necessários grandes efeitos especiais) e das senhas para comprar o que quer que fosse no recinto e que só podiam ser rebatidas no fim do espectáculo, não sei como é que aquele batalhão de pessoas (98% veneravam o Diabo) podem contribuir para um "mundo melhor"... 53 euros...? Sim senhora... assim ficamos todos pobres e não há cá diferenças. Só com a publicidade existente em toda a área (e cá fora também) e que se teve que gramar no intervalo das bandas, com anúncios nada manipuladores, devíamos ver aquilo quase à borla.
Quanto à música e às bandas... como não sou crítico de música e como o assunto já foi mais que analisado, não irei dizer nada. (Se dissesse algo seria altamente tendencioso e uma das bandas alvo pela negativa e que eu iria exprobar é apreciada por alguns dos leitores... mas porra! Incubus no dia de metal? Fiquei com dores nos joelhos e começou-me a dar o sono só de estar à espera... "Cala-te que não sabes o que dizes! Foi das bandas que esteve melhor! blah blah" ah...! 'tá bem... foram fazer promoção do novo album e não dirigiram a palavra ao público, nem para nos ofender ou agadecer, mas foi bom...! Uma mortificação de hora e meia é sempre bastante agradável. Agora a sério... foi dos melhores momentos em que consegui respirar, seria porque estava tudo sentado à espera que acabasse?)
Pronto! Já está por hoje... como não tem assim muita piada e nem nada muito imaginativo deixo esta pergunta em aberto:
Como será um filme porno com som prológico/surrond? Será que se ouve uma mama a balouçar (som curioso, levou anos a digitalizar) atrás da cabeça e algo mais a chapinhar à frente? Ou será que o produtor prefere localizar a "acção da boa" no espaço? Podem tentar dar opiniões no comentários. No entanto há uma certa pessoa que não pode fazer qualquer tipo de comentário a este respeito visto que no post anterior escrever relativo a estes assuntos "pixotéricos" sem ser caso para tal.
Até breve... ;)
terça-feira, junho 01, 2004
O Dia da Criança
Hoje peguei num papel, enquanto esperava pelo metro, para escrever umas ideias sobre o meu dia, o Dia da Criança. Ideias essas que se tinham formado ao longo do curto trajecto para a estação (sub-entendido que tenho metro à porta de casa), mas a música de Pan Pipes genérica que lá tocava, no local de embarque, acabou por me fazer uma lavagem cerebral com aspiração, sabão extra e polimento, já para não na vontade de me atirar para a linha que cada vez era mais forte. Fui salvo e liberto do transe pelo apito que anunciava a chegada do comboio.
Ao chegar ao Campo Grande, com a entrada de umas amigas engraçadas, lá recuperei, apesar delas terem saído logo na estação a seguir, na Cidade Universitária, deu para revitalizar a mente. Lembrei-me então dos tempos em que a escola ia todo em peso à Feira Popular para dar uma volta no carrocel mais barato, apesar de serem todos à borla, éra-nos dito que só podíamos andar naquele. Geralmente era um carrocel com cavalos pintados de azul, verde ou vermelho e eram vigiados por um espanhol barrigudo, cabelo seboso, hálito a Zyklon B provocado pelas gengivas corroídas, ar de pedófilo e respondia ao nome de "sr. Henriquez".
O espanhol mudou-se para o Sri Lanka por ter a sua actividade com crianças mais facilitada, a feira popular já não existe...
Por falar em pedófilo... o Paulo Pedroso já não vai a julgamento e vai processar os pretensos difamadores. Um amigo meu (como tem sido hábito no meu blog, irei manter o anonimáto, apenas, e para ajudar à narração, irei apelidá-lo de Tó Zé) ficou desgostoso e completamente destroçado com a notícia... não parava de se lamentar e questinar sobre a justiça da vida, "Como é posível isto acontecer...? E agora os ténis... os ténis? Terei que os devolver?". Ficou um bocadito mais animado quando o confortámos que o Hugo Marçal não iria reclamar a camisola do Jardel, o que é estranho porque o Tó Zé é do Benfica.
E pronto... lá se passou mais um Dia da Criança... ainda tentei pedir um balão a um palhaço mas o bobo saltimbanco afastou-os do meu alcance e com ar desconfiado aidna perguntou com voz de Olavo Billac, "Diga?"
Porra... nem um cabrão de um rebuçado ganhei...
Ao chegar ao Campo Grande, com a entrada de umas amigas engraçadas, lá recuperei, apesar delas terem saído logo na estação a seguir, na Cidade Universitária, deu para revitalizar a mente. Lembrei-me então dos tempos em que a escola ia todo em peso à Feira Popular para dar uma volta no carrocel mais barato, apesar de serem todos à borla, éra-nos dito que só podíamos andar naquele. Geralmente era um carrocel com cavalos pintados de azul, verde ou vermelho e eram vigiados por um espanhol barrigudo, cabelo seboso, hálito a Zyklon B provocado pelas gengivas corroídas, ar de pedófilo e respondia ao nome de "sr. Henriquez".
O espanhol mudou-se para o Sri Lanka por ter a sua actividade com crianças mais facilitada, a feira popular já não existe...
Por falar em pedófilo... o Paulo Pedroso já não vai a julgamento e vai processar os pretensos difamadores. Um amigo meu (como tem sido hábito no meu blog, irei manter o anonimáto, apenas, e para ajudar à narração, irei apelidá-lo de Tó Zé) ficou desgostoso e completamente destroçado com a notícia... não parava de se lamentar e questinar sobre a justiça da vida, "Como é posível isto acontecer...? E agora os ténis... os ténis? Terei que os devolver?". Ficou um bocadito mais animado quando o confortámos que o Hugo Marçal não iria reclamar a camisola do Jardel, o que é estranho porque o Tó Zé é do Benfica.
E pronto... lá se passou mais um Dia da Criança... ainda tentei pedir um balão a um palhaço mas o bobo saltimbanco afastou-os do meu alcance e com ar desconfiado aidna perguntou com voz de Olavo Billac, "Diga?"
Porra... nem um cabrão de um rebuçado ganhei...
quinta-feira, maio 20, 2004
Vencislago II, O Regresso
Há léguas luz que não escrevo aqui no blog... (estava para escrever égua luz porque achei piada, mas porra! Fiz hoje um teste de Electrónica e o que tem ou não piada é muito relativo. De notar também que légua mede distâncias maritimas e que quanto muito seria ano luz, também uma distânica e não tempo como faço transparecer. Cheguei a um ponto que até já arranjo motivo por vocês para escreverem algo nos comentários)
É necessário reconhecer também que a motivação não anda nos picos mais altos, foi preciso estar às 2 da manhã à espera de acabar de sacar algo (não é nada pixotérico como está a passar pela cabeça de muitos, apenas não o referencio para a "malta" dos direitos de autor não me cair em cima, assim é tão vago que qualquer investigação traria mais prejuizo e tempo perdido do que frutos colhidos) e com o discman a ouvir um Best of Guns N' Roses (não estou a inventar, é uma compilação de 2004 e neste preciso momento estou a ouvir a "You Cold Be Mine")
Entretanto tenho um montinho de rascunhos com ideias para meter aqui, todas elas com potenciais para serem desenvolvidos e preencherem um post inteiro, mas para além de falta de tempo tenho falta de pachorra.
Vou relatar aqui duas pequenas histórias veridicas que são mais rápidas de escrever porque não tenho que puxar pela imaginação.
Vamos lá ao primeiro episodeo:
Ia eu no outro dia (já foi há algum tempo atrás) com mais dois colegas, e amigos, para o Saldanha quando ao passar perto do Arco Cego (Quando me fui despedir do meu amigo Vencislis neste Domingo, que ia no contingente guerrilheiro com destino a Beja com a missão de expulsar o inimigo invasor das terras lusas, constatei que grande parte das camionetas iam apinhadas de raparigas muito engraçadas... está explicado portanto o aumento da escassez de raparigas aqui para estes lados, não está explicado no entanto o porquê deste fenómeno: seriam refugiadas? Existirá um lugar melhor para elas onde os fogões (O resultado de um estudo científico americano, avançado por uma fonte de confiança, indica que os fogões e as mulheres têm o mesmo QI, embora não esteja comprovado, alguns cientista de elite afirmam que o estado evolutivo do fogão será superior porque já não fala e sabe fazer fogo) as compreendem e os homens não são homens mas sim escravos domésticos com quem vão às compras e não têm tara por sexo à bruta? (Tive que meter esta última para agradar a novos leitores)) quando do outro lado vem uma turra a correr para atravessar a rua. Durante a corrida a dita deixou cair o telemóvel, apanha-o, abana-o como se estivesse a esbagoar maçaroca. De repente mete-o perto da orelha para "ver" se ainda funciona. Tenho testemunhas deste acontecimento com raridade identica ao visualizamento do tubarão saltador (Existe! Eu vi num documentário da RTP2 que dá antes da meia noite. Trata-se de uma técnica usada pelo tubarão branco para caçar leões marinhos de forma fulminante, basicamente consiste numa cambalhora fora de água, se não o apanha à dentada dá-lhe um caldo à homem com a barbatana caudal que o mata).
Quanto à segunda narração é demasiado séria para ser escrita à pressa... fica para o próximo instante de tempo, mas digo que me deixou indisposto por bastante tempo.
87 de Janubro de 20753
PS: só uma pessoa é que perguntou se eu não tinha escrito mais no blog... é a única a quem fiz referência directa neste post.
É necessário reconhecer também que a motivação não anda nos picos mais altos, foi preciso estar às 2 da manhã à espera de acabar de sacar algo (não é nada pixotérico como está a passar pela cabeça de muitos, apenas não o referencio para a "malta" dos direitos de autor não me cair em cima, assim é tão vago que qualquer investigação traria mais prejuizo e tempo perdido do que frutos colhidos) e com o discman a ouvir um Best of Guns N' Roses (não estou a inventar, é uma compilação de 2004 e neste preciso momento estou a ouvir a "You Cold Be Mine")
Entretanto tenho um montinho de rascunhos com ideias para meter aqui, todas elas com potenciais para serem desenvolvidos e preencherem um post inteiro, mas para além de falta de tempo tenho falta de pachorra.
Vou relatar aqui duas pequenas histórias veridicas que são mais rápidas de escrever porque não tenho que puxar pela imaginação.
Vamos lá ao primeiro episodeo:
Ia eu no outro dia (já foi há algum tempo atrás) com mais dois colegas, e amigos, para o Saldanha quando ao passar perto do Arco Cego (Quando me fui despedir do meu amigo Vencislis neste Domingo, que ia no contingente guerrilheiro com destino a Beja com a missão de expulsar o inimigo invasor das terras lusas, constatei que grande parte das camionetas iam apinhadas de raparigas muito engraçadas... está explicado portanto o aumento da escassez de raparigas aqui para estes lados, não está explicado no entanto o porquê deste fenómeno: seriam refugiadas? Existirá um lugar melhor para elas onde os fogões (O resultado de um estudo científico americano, avançado por uma fonte de confiança, indica que os fogões e as mulheres têm o mesmo QI, embora não esteja comprovado, alguns cientista de elite afirmam que o estado evolutivo do fogão será superior porque já não fala e sabe fazer fogo) as compreendem e os homens não são homens mas sim escravos domésticos com quem vão às compras e não têm tara por sexo à bruta? (Tive que meter esta última para agradar a novos leitores)) quando do outro lado vem uma turra a correr para atravessar a rua. Durante a corrida a dita deixou cair o telemóvel, apanha-o, abana-o como se estivesse a esbagoar maçaroca. De repente mete-o perto da orelha para "ver" se ainda funciona. Tenho testemunhas deste acontecimento com raridade identica ao visualizamento do tubarão saltador (Existe! Eu vi num documentário da RTP2 que dá antes da meia noite. Trata-se de uma técnica usada pelo tubarão branco para caçar leões marinhos de forma fulminante, basicamente consiste numa cambalhora fora de água, se não o apanha à dentada dá-lhe um caldo à homem com a barbatana caudal que o mata).
Quanto à segunda narração é demasiado séria para ser escrita à pressa... fica para o próximo instante de tempo, mas digo que me deixou indisposto por bastante tempo.
87 de Janubro de 20753
PS: só uma pessoa é que perguntou se eu não tinha escrito mais no blog... é a única a quem fiz referência directa neste post.
segunda-feira, abril 05, 2004
Ksafou Daha Lektrö Nïkha
E cá estou eu outra vez... como apanhei sol na mioleira voltei a ter visões. Visões essas que me atormentaram por eu nunca mais ter escrito nada no Blog... já lá vai um mês! Desde Fevereiro que não escrevia nada, a culpa é do patrocínio que anda a falhar (Ia para meter que hoje lanchei com a "amiga que me inspira no Blog" mas decidi não meter coisas pessoais aqui no Blog. Já agora... "alguém" me perguntou se a musa a que eu me referia era a matemática... apre! Que atarantação vai naquela cabeça, que gerou tamanha confunção num processo tal que nem o prórpio Satanás o poderia destrinçar? Por falar em vizinha... venho por este meio espressar que tenho uma vontade achacada de cortar a cabeça, pelo pescoço, à vizinha de cima do meu avô com uma máquina de cortar fiambre. Para tal necessitarei de lhe fatiar aquele focinho todo até lá chegar... não vou contar aqui a novela, mas quem quiser saber o motivo de tal capricho da minha parte, basta enviar um mail a pedir esclarecimentos.).
O que se passou neste espaço de tempo que seja motivo de referencia aqui para o Blog?
Temos um 11 de Março em Madrid sobre o qual não me queria pronunciar...
Temos também a magnífica estreia de uma série inovadora e cheia de criatividade pela sua ideia impar... refiro-me pois ao Inspector Max ("schhpéctór mákss") na TVI... mais um excelente produção da TVI. Como é que ninguém se lembrou ainda desta ideia? Reconheço que me faltam palavras para exprimir este sibilino acontecimento. A série do canal da concorrencia ainda tem a sua piada e seriedade... prontos está bem, um cão inspector... mas porra! Podiam ao menos meter um Serra da Estrela de nome Piloto ou Faísca, ou mesmo um rafeiro já que querem a série tão portuguesa. Em vez de polícia podiam pôr um cão bombeiro ou um cão ladrão ou até mesmo um cão palhaço... (ler a minha opinião sobre as profissões num dos posts anteriores) "Piloto, o cão palhaço, rouba o vendedor de amendoins", "Faísca, o cão bombeiro, aprende a pilotar helicópteros". Pergunto-me se quem tem estas ideias na TVI era abusado por um tio quando era puto... daqueles que apareciam só na altura do Natal e que esperavam por ele sentados, ao escuro, na cama e assim que a luz se abria diziam: "anda cá à prendinha do tio".
Isto lembra-me o caso gritante de Ricardo Martins, versão pirata de Ricky Martin vendida em cassete na Feira do Relógio por duas criaturas que em comum apenas têm a sua anómalidade partilhada, algo que está fortemente inerente aos dois. Falo pois de Madje e de Tonhóca Brito (nomes fictícios para proteger o seu anonimato) que metem o seu anúncio numa bocado de cartão canelado que outrora fora um caixote de Banana Chiquita, "Vendesse K7, 1 = 2 Euro, 2 = 5 Euro". O primeiro gasta o dinheiro todo em vinho tinto nas termas do Cartaxo, sobre o outro desconhece-se o paradeiro do graveto... no entanto há fortes indícios que o dinheiro que é ganho à gaita, é distribuído a tambor.
Mas não me desviando do artista... Ricardo Martins é empregado de balcão e jóia da coroa da "Casa das Iscas" em Massamá. Amigo do seu amigo, estima a sua família e tem grande consideração pelo seu patrão e conselheiro Astúcio Garcia, apreço esse que é retribuido "O meu Ricardo é bom rapaz... tímido mas bastante forte de coração. Toda a clientela tem por ele um grande carinho. É moço de pedir uma bica curta e um copo de água e é sempre fiel à mesma chave de totoloto, mete o boletim todas as semanas". Por muitos, especialmente na zona da sua residência, Frielas, aclamado como o "Rei da Música Ligeira Portuguesa" diz humildemente que apenas toca música alegre para o povo. Quem é que consegue esconder um sorriso parolo (como o próprio cantor o é) ao ritmo de uma qualquer música?
Até à próxima... agradeço comentários. (Vou mudar de servidor de comentários para não dizerem que dá erro).
O que se passou neste espaço de tempo que seja motivo de referencia aqui para o Blog?
Temos um 11 de Março em Madrid sobre o qual não me queria pronunciar...
Temos também a magnífica estreia de uma série inovadora e cheia de criatividade pela sua ideia impar... refiro-me pois ao Inspector Max ("schhpéctór mákss") na TVI... mais um excelente produção da TVI. Como é que ninguém se lembrou ainda desta ideia? Reconheço que me faltam palavras para exprimir este sibilino acontecimento. A série do canal da concorrencia ainda tem a sua piada e seriedade... prontos está bem, um cão inspector... mas porra! Podiam ao menos meter um Serra da Estrela de nome Piloto ou Faísca, ou mesmo um rafeiro já que querem a série tão portuguesa. Em vez de polícia podiam pôr um cão bombeiro ou um cão ladrão ou até mesmo um cão palhaço... (ler a minha opinião sobre as profissões num dos posts anteriores) "Piloto, o cão palhaço, rouba o vendedor de amendoins", "Faísca, o cão bombeiro, aprende a pilotar helicópteros". Pergunto-me se quem tem estas ideias na TVI era abusado por um tio quando era puto... daqueles que apareciam só na altura do Natal e que esperavam por ele sentados, ao escuro, na cama e assim que a luz se abria diziam: "anda cá à prendinha do tio".
Isto lembra-me o caso gritante de Ricardo Martins, versão pirata de Ricky Martin vendida em cassete na Feira do Relógio por duas criaturas que em comum apenas têm a sua anómalidade partilhada, algo que está fortemente inerente aos dois. Falo pois de Madje e de Tonhóca Brito (nomes fictícios para proteger o seu anonimato) que metem o seu anúncio numa bocado de cartão canelado que outrora fora um caixote de Banana Chiquita, "Vendesse K7, 1 = 2 Euro, 2 = 5 Euro". O primeiro gasta o dinheiro todo em vinho tinto nas termas do Cartaxo, sobre o outro desconhece-se o paradeiro do graveto... no entanto há fortes indícios que o dinheiro que é ganho à gaita, é distribuído a tambor.
Mas não me desviando do artista... Ricardo Martins é empregado de balcão e jóia da coroa da "Casa das Iscas" em Massamá. Amigo do seu amigo, estima a sua família e tem grande consideração pelo seu patrão e conselheiro Astúcio Garcia, apreço esse que é retribuido "O meu Ricardo é bom rapaz... tímido mas bastante forte de coração. Toda a clientela tem por ele um grande carinho. É moço de pedir uma bica curta e um copo de água e é sempre fiel à mesma chave de totoloto, mete o boletim todas as semanas". Por muitos, especialmente na zona da sua residência, Frielas, aclamado como o "Rei da Música Ligeira Portuguesa" diz humildemente que apenas toca música alegre para o povo. Quem é que consegue esconder um sorriso parolo (como o próprio cantor o é) ao ritmo de uma qualquer música?
Até à próxima... agradeço comentários. (Vou mudar de servidor de comentários para não dizerem que dá erro).
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